“Te conhecer foi algo extraordinário, como de um dia pro outro ganhar asma. Minha mãe sempre dizia pra não andar de pés descalços e tudo que eu fiz foi piscar na hora errada. Minhas defesas caíram e agora você taí, respirando meu ar e comendo meus iogurtes, como uma infecção parasitária que me faz tão bem. E se antes eu já não visitava o médico, agora mesmo que não tenho vontade alguma de cura.”
Gabito Nunes.   (via latejado)

“Não, eu não quero ser medíocre, não. Deus não me deu esse estômago enjoado, essa alergia encantada de vida e esse coração disparado à toa. Eu devo ser especial, eu devo ter algum talento. Não, eu não quero ser medíocre, não eu não quero desistir, não quero optar pelo caminho mais fácil, não quero que a energia negativa me enterre.”
Tati Bernardi.   (via untilsee-you)





“É que a minha mão encaixa di-rei-ti-nho na tua cintura, é isso! É uma coisa boba. É uma casualidade. É um detalhe. É isso: quantas mãos e cinturas não se encaixam por aí? Quanta coisa não se encaixa? Mas o meu medo no teu encaixa. Meu dia no teu. Minhas falas nas tuas. Meu passado no teu. E até o que não se encaixa parece propositalmente feito para isso. Como nós: propositalmente destino. Porque encaixa, entende? E eu não entendo como, não sei de onde, não posso te explicar. Essas coisas sem explicação vivem na minha cabeça, inomináveis. Mas quem precisa de nome quando a mão cabe direitinho na cintura? Quem precisa de mais quando até o silêncio se entende? E eu fico dizendo que é só por essas coisas para não ter que admitir que é muito, muito mais. Eu e você: é por muito mais.”
Camila Costa (via mon-a-m-o-u-r)

12345678910
Bárbara, 16 anos.
Feita de amor e alegria. O resto a gente tranca numa caixinha e joga fora.